29 setembro 2010

Soneto do filho pródigo


Soneto do filho pródigo




Silêncio da alma desperta a dor
Sinal no horizonte saudade dá
Por que viver neste triste labor
Se o pai que me espera lado de lá

Triste e saudoso espera me ver?
De volta pra o lar arrependido
Seus braços abertos, pra socorrer
Filho, servo... Serei recebido

Com trajes de festa celebração,
Com pés calçados e anel na mão.
Venham, comamos, o filho voltou!


Reviveu quem estava morrendo!
O meu filho eu estava perdendo!
Pródigo do lar, ao lar retornou.


Josenilton Pinheiro

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