29 setembro 2007

A RECOMPENSA DA ORAÇÃO

Mas tu, quando orares, entra no teu quarto e, fechando a porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará (Mt.6.6).

Acostumei-me, como a maioria das pessoas, a fazer as coisas na expectativa de receber um prêmio. Comecei a trabalhar cedo. Acordava às quatro horas da manhã para arrumar a barraca de frutas e verduras com o fim de atender a clientela que beirava a feira lá pelas seis da manhã. Era muito legal tomar café com batata doce cozida. A rotina nos finais de semana era assim, mas a experiência marcante era no momento que recebia o premio do trabalho. Ter uns trocados no bolso me deixava feliz e mais ainda quando passava uma parte pra minha mãe.
Aprendi com esse trabalho que a vida é assim: A gente faz as coisas na expectativa de receber algo de volta. Como a bíblia diz: “digno é o trabalhador de seu salário”.
Ninguém estuda pra nada. Ninguém trabalha pra nada. Ninguém se relaciona pra nada.
Tudo o que fazemos visa o recebimento de algo, de laurel, de recompensa.
Não sei se você notou, mas Jesus disse que pra quem ora em secreto há recompensas.
Nutrimos indagações sobre tipos de oração, maneiras de Deus responder as orações, porque devemos orar etc., mas pouco se fala de recompensa como Jesus falou.
Na nossa versão brasileira secreto é aquilo que chamamos de confidencial.
Lendo as palavras de Jesus sobre a oração em secreto comecei a entender melhor o porquê das inquietações da alma humana.
Secreto é secreto. Indicando com isso que por mais terríveis que sejam as inquietações da alma, Aquele que está em secreto trará recompensas. Numa reunião de oração coletiva quase não se fala de alma na sua intimidade. Apresentam-se as supostas necessidades e rolam os inúmeros pedidos de oração. Ajuntamento de crentes é sinônimo de clamor e celebração, mas é também um ajuntamento que ajuda a camuflar a essência de muita gente. As aparências nos ajuntamentos ainda são evidentes, mas haverá um dia, como disse o cantor Maurão : “Mas no dia da colheita, no dia da separação, aí é se vai ver quem é que é cristão”.
Orar em secreto foi ensinado pelo Mestre Jesus para que seus discípulos entendessem que o segredo da oração respondida é ter uma relação com Deus sem nenhum tipo de resquício da aparência. Isto só é possível quando estamos face a face com Ele e atentos ao que Ele diz. Afinal, “quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas”. A significação disso está no fato de que nos ajuntamentos das igrejas existem aqueles que são intocáveis pelas coisas que são ditas por Deus.
Diariamente Deus espera nos encontrar a sós com Ele. Muitas vezes O deixei esperando, mas não quero que isso aconteça outra vez.
No secreto com Deus redundará nas experiências mais profundas na vida de qualquer ser humano nesta terra e ainda atrairá recompensas incontáveis.
O Pai que te vê em secreto te recompensará.
Sem fé é impossível agradá-lo porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que Ele existe e que é recompensador (grifo nosso) dos que o buscam (Hb.11.6).


Ponha em prática

Ainda hoje.


Pastor Josenilton Pinheiro

24 setembro 2007

A VONTADE DE DEUS

É preciso se abrir ao propósito de Deus. Ele está no comando. Dirige, sustenta e completa tudo. Ele sabe o que é melhor para você e para mim. Por isso, render-se irrestritamente ao seu querer é permitir que o Seu supremo propósito se realize em nós, trazendo-nos benefícios tamanhos, pois Ele é quem faz todas as coisas segundo o conselho de sua própria vontade. Não se esqueça: A vontade de Deus sempre foi e será a melhor para as nossas vidas. Abrace-a.
Num momento em que a desistência parecia a melhor escolha encontrei este texto em um dos meus livros. Escrevi a mais de dez anos atras. É certo que se não o tivesse encontrado você não estaria lendo. Se possivel, me ajude a não desistir... No amor do Pai, Pastor Jó

23 setembro 2007

PRESTAÇÃO DE CONTAS

Quero com este título falar sobre os benefícios quando prestamos contas ao nosso líder. Quando prestamos contas ao nosso discipulador evitamos uma série de problemas e pecados. Abrir o coração e falar das dificuldades que sentimos, das lutas que passamos, dos traumas que vivemos, das conquistas que tivemos etc., nos dá um alívio emocional e nos leva ao lugar de renovação espiritual que precisamos. Erraríamos menos se prestássemos contas com mais freqüência. Cometeríamos menos pecados, ou até não os cometeríamos se estivéssemos constantemente alerta no prestar contas àquele que Deus escolheu para nos discipular. Quando prestamos contas ao nosso discipulador fortalecemos nosso caráter. Cada oportunidade que temos de abrir nosso coração com nosso líder é uma nova oportunidade que Deus nos dar para o fortalecimento do nosso caráter nos parâmetros de sua palavra. Ter um caráter semelhante ao de Cristo é uma das ênfases que a Visão prega e alcançamos isto à medida que prestamos contas ao nosso líder. Quando prestamos contas nos desviamos dos esmorecimentos do ministério. “Todo líder já pensou em desistir”. A primeira vez que ouvir isto foi como um bálsamo na minha alma, pois já pensei em desistir muitas vezes. A verdade é que os desafios que o ministério apresenta são muitos. Não é fácil manter-se motivado ante as dificuldades que encontramos nas células, na realização dos encontros, na consolidação, na escola de líderes etc. Porém quando estamos acobertados pelo nosso líder o esmorecimento não nos atinge. Quando prestamos contas nossa percepção da verdade é aguçada, pois somos orientados em toda verdade do evangelho.
Os princípios da Visão Celular estão firmados na verdade da palavra de Deus e não podemos perder esta percepção, mas aguçá-la cada vez que nos expomos ao ensino e orientação do nosso líder. A absorção das verdades da palavra de Deus não é instantânea, mas processual e é por isso que devemos usar toda forma que nos estimule a permanecer nestas verdades e a prestação de contas é uma delas. Quando prestamos contas transformamos a solidão em amizade.
As freqüentes lutas da vida às vezes nos fazem sentir solitários por não conseguirmos fazer com que as pessoas tenham a mesma percepção que temos ou por qualquer outro motivo. Quando temos alguém para prestar contas rompemos com facilidade esse sentimento de solidão e firmamos uma amizade conforme Pv. 27.17 - Como o ferro com ferro se aguça, assim o homem afia o rosto do seu amigo. Quando prestamos contas temos condições de dominar a tristeza e viver no espírito esperançoso ensinado pelo apóstolo Paulo em Rm. 8.18 - Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada.
O que é perceptível no viver diário de cada um de nós é que às vezes somos surpreendidos por situações que nos deixam tristes e abatidos, situações estas que vem com a tentativa de roubar-nos o ânimo na nossa jornada para o céu. Quando prestamos contas de como estamos ao nosso consolidador fica mais fácil lidar com essas adversidades e conseguimos dominá-las, pois nos alinhamos com quem vai nos ajudar. Alguém já disse que “o homem não é uma ilha”. A verdade contida neste ditado pode ser entendida no fato de que ninguém foi criado para viver isolado, principalmente quando vive momentos de tristezas. Experimentamos curas quando prestamos contas.
À medida que abrimos nosso coração com nosso discipulador recebemos cura. Este princípio pode ser notado no SL 32:3... Que fala do silêncio que gera enfermidade. “Quando eu guardei silêncio, envelheceram os meus ossos pelo meu bramido em todo o dia”. Porque de dia e de noite a tua mão pesava sobre mim; o meu humor se tornou em sequidão de estio. Confessei-te o meu pecado, e a minha maldade não encobri. Dizia eu: Confessarei ao SENHOR as minhas transgressões; e tu perdoaste a maldade do meu pecado“. O simples fato de ter alguém para nos ouvir já é uma terapia que só nos faz bem, quanto mais tendo alguém que além de nos ouvir ainda nos oferece restauração e cura! Evitaríamos muitos conflitos se tão somente abríssemos nosso coração para receber cura. Quando temos alguma dor e vamos ao médico falamos exatamente o que sentimos e partindo dessa informação o médico nos oferece meios de cura. Não tenha medo de falar de suas debilidades ao seu discipulador e não se surpreenda se a cura chegar com rapidez. Quando prestamos contas fortalecemos a nossa fé.
Todos nós precisamos de fé para vencer, bem como precisamos vencer as adversidades para fortalecer a nossa fé. Prestar contas fortalece a nossa fé porque o nosso líder não vai nos ridicularizar quando não estamos dispostos a continuar. Ele será o meio usado por Deus para reanimar a nossa fé e fortalecer o nosso coração. Quando prestamos contas os problemas são resolvidos com maior rapidez. Imagine uma pessoa que começa a sentir dores no corpo e não procura o médico. Essas dores aumentam a cada dia e mesmo assim a pessoa se recusa a buscar ajuda médica. O tempo passa e quando não agüenta mais ela resolve ir ao médico e para surpresa sua o diagnóstico do médico não é um dos melhores. Assim acontece com muita gente. Só procura o discipulador quando o problema não tem mais controle e desesperadamente sai em busca de ajuda. Quanto mais cedo buscamos ajuda mais rápido ela virá. Isto é uma decisão. Quando prestamos contas temos condições de trocar idéias que certamente nos ajudarão a viver mais e melhor.
O simples fato de ouvirmos as pessoas é suficiente para termos boas idéias. Aprenda a ouvir e extraia o máximo possível de aprendizado com o teu consolidador. Quando prestamos contas conseguimos manter o equilíbrio em todas as áreas da nossa vida.
Isso significa evitaremos muitos problemas no futuro por decisões ou atitudes erradas que tomaríamos se estivéssemos sozinhos. O meu líder tem uma visão aguçada e pode ver as coisas melhor do que eu. Quando prestamos contas fica mais fácil identificar os ataques surpresa do inimigo.
Como o nosso líder tem uma visão maior que a nossa esses ataques podem ser percebidos por ele e seremos ajudados a tempo. Nunca subestime a capacidade de percepção do seu líder. Quando prestamos contas nossa liderança é desenvolvida.
À medida que estou sendo acompanhado pelo meu líder aprendo com ele a desenvolver também a minha liderança pessoal através do seu modelo de vida. Aprendo a ouvir porque sou ouvido, aprendo a liderar porque sou liderado etc. Quando prestamos contas restringimos nosso ego.
Acredito que uma das maiores dificuldades que temos no discipulado é lidar com pessoas presas pelo seu próprio ego. Gente acostumada a não dar satisfação a ninguém e a viver somente em função de si mesma. Um líder em potencial como você e eu não podemos nos deixar prender pelo ego. Aprenda a sair das suas “quatro paredes” e abra seu coração para aquele que foi colocado por Deus para te abençoar.
Pastor Josenilton
Fonte Bibliográfica - O pastor pentecostal CPAD, pág. 21...

18 setembro 2007

PERDOANDO E SENDO PERDOADO


Referência bíblica necessária: Mateus 6.12-15 e 18.23-35

Aprender a perdoar uns aos outros é parte do processo de amadurecimento espiritual. Quanto mais perdôo mais maduro me torno na relação com outras pessoas.

O padrão de oração (O Pai Nosso) ensinado por Jesus aos seus discípulos inclui um dos princípios fundamentais na relação do homem com Deus e com o próximo: O princípio do perdão.
Aprender a perdoar uns aos outros é parte do processo de amadurecimento espiritual. Quanto mais perdôo mais maduro me torno na relação com outras pessoas. Amadurecer até o ponto de entender que “Deus não dará seu perdão àqueles que se recusarem a perdoar os seus devedores” Mc.11.25,26. “Deus usa as ofensas de outros contra nós para ensinar-nos a perdoar”. Cada vez que alguém apronta uma com a gente Deus está nos dando uma oportunidade para desenvolver o ato de perdoar.
No livro Nenhuma Hora? De Larry Lea, pag. 120, ele fala sobre as medidas que devemos tomar para que nos relacionemos bem com todas as pessoas, dentre elas a decisão de perdoar na mesma medida que desejamos ser perdoados.
Quando decidimos perdoar na mesma medida que desejamos ser perdoados começamos a entender o que Jesus respondeu a Pedro quando este lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim que eu lhe perdoe? Até sete vezes? Jesus então respondeu: Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete. O que quis o Senhor ensinar com isso? Ele “queria ensinar que devemos perdoar aos outros todas as vezes que nos ofenderem. E porque Ele faria uma afirmação dessas? Porque Ele está pronto e disposto a perdoar-nos todas as vezes que pecarmos”
Em Mateus 18.23-35 Jesus narrou uma parábola que contém muitas revelações sobre o perdão. Nela o Senhor ensina que “se não perdoarmos àqueles que nos ofendem, viveremos sempre em recordações angustiosas e sob opressão demoníaca, até que os perdoemos e os libertemos. Se não perdoarmos, continuaremos atormentados, mesmo que os melhores homens de Deus orem por nós, ungindo-nos com azeite. Por quê? Porque só podemos ser libertos depois que tomarmos a decisão de perdoar”.

O QUE ACONTECE COM UMA PESSOA QUANDO SE RECUSA A PERDOAR?
1. Vive mal porque não tem paz. Escrevendo aos Colossenses (3.13-15) o apóstolo Paulo ensina que quando “suportamos e perdoamos uns aos outros” a paz de Deus vem como resultado. Porém, quando deixamos de perdoar a paz nos é tirada.

2. Tem um coração amargurado e preso. Uma pessoa com o coração amargurado ’se priva da graça de Deus’ e o pior é que ela contamina os outros. (Hb. 12.15). Veja ainda o que Paulo escreveu em Efésios 4.31,32 - Toda a amargura, e ira, e cólera, e gritaria, e blasfêmia e toda a malícia sejam tiradas dentre vós, antes sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo.
3. Trata com indiferença. Indiferença é o mesmo que desinteresse. É tratar os outros friamente. É conscientemente tomar a decisão de não ser normal com os outros. Como é triste constatar que são muitas as pessoas que agem dessa forma, contrariando o que o Senhor nos ensinou: Setenta vezes sete! Uma pessoa indiferente faz pouco caso das pessoas e de suas necessidades e se esquece que “com a medida que medirmos seremos medidos”. Não seja indiferente, seja diferente: Perdoe!
4. Não se relaciona bem consigo mesmo nem com os outros. Negar o perdão leva a pessoa a se fechar para si mesma. Ela fica tão protetora de si que não se relaciona bem com as pessoas com medo de ser ferida. Essa “proteção” é tão ineficaz que aos poucos a pessoa se sente isolada e quando menos espera está só. Deus nos criou para vivermos e nos relacionarmos bem uns com os outros e uma das formas de fazer isto é perdoando e sendo perdoados.
5. Vive com desejo de vingança. Escrevendo aos Romanos 12.19,20 veja o que Paulo recomenda e verifique se na sua vida você não precisa fazer um ajuste na sua relação com as pessoas. “Não vos vingueis a vós mesmos, amados, mas dai lugar à ira, porque está escrito: Minha é a vingança; eu recompensarei, diz o Senhor.Portanto, se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber; porque, fazendo isto, amontoarás brasas de fogo sobre a sua cabeça.”
6. Atrai enfermidades físicas. A falta de perdão é um problema de ordem emocional e “os problemas emocionais não se resolvem com oração e jejum, se resolvem com perdão”. Muitas pessoas estão enfermas por esta falta de perdão. E a experiência mostra que muitas ficam curadas quando resolve em seus corações perdoar.

Veja o que Michael Yousesef em seu livro “O estilo de liderança de Jesus” fala sobre os passos para a reconciliação com as pessoas e como abrir caminho para o perdão:
1. Auto-análise. Às vezes precisamos nos perguntar por que estamos guardando rancor, por que acabamos nos sentindo feridos ou zangados. “Ninguém pode ferir seus sentimentos a não ser você mesmo. Os outros podem tocar numa parte sensível da sua vida que você ainda não entregou para Jesus”. E quando isso acontece eles estão “nos prestando um favor quando nos indicam os setores de nossa vida que estão precisando ser melhorados”.
2. Orar pelos inimigos. Por que não anotar os nomes dos seus detratores, rivais, críticos e levá-los até a presença de Deus todos os dias?
3. Esperar a cura. Precisamos trabalhar pela reconciliação. Temos que esperar que ela aconteça.

Josenilton Pinheiro

(Fontes Bibliográficas: Nem uma hora? Larry Lea –Ed. Betânia/ O estilo de liderança de Jesus, Michael Youssef—EdBetânia)

Quem poderá dizer sim ao projeto de Deus?

Diz certo escritor que “Deus projetou a salvação, Jesus conquistou no calvário e o Espírito Santo aplica essa salvação no coração do homem”. Quando falo de projeto falo do desejo do coração de Deus em relação ao homem. Ele planejou a salvação quando disse a Eva: “De ti nascerá um que esmagará a cabeça da serpente”. Quando o homem pecou uma separação entre a criatura e o Criador foi estabelecida. Por causa do pecado ficamos impossibilitados de uma relação profunda com o nosso Criador. Somente em Jesus essa comunhão pode (isso mesmo, pode) ser outra vez estabelecida. Paulo escrevendo a Timóteo disse: “Há um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem”. Isto é um resumo da salvação projetada por Deus mas grande parte da humanidade, não sabe, e o desafio é: Anunciar esta salvação para a humanidade que não sabe dessa boa nova. Quem poderá dizer sim ao projeto de Deus? 1. Quem acredita e já experimentou esse projeto de salvação. Pergunto-me às vezes o porquê de cristãos no mundo inteiro ainda permanecerem insensíveis a esse desafio. Não seria pelo fato de não terem essa experiência ou é porque essa experiência lhe é superficial?
O plano de salvação será visto no futuro quando uma grande multidão de raças, tribos e nações declararem: Jesus Cristo é o Senhor! 2. Quem entende que esse projeto é emergente. Jesus disse: “Trabalhai enquanto é dia, vem a noite em que ninguém poderá trabalhar”. E ainda: O mundo jaz no maligno. São verdades que precisam nos levar ao entendimento dessa emergente necessidade mundial. Quando o Senhor pergunta a Isaías: A quem enviarei e quem a há de ir por nós? A resposta foi: Eis-me aqui, envia-me a mim. Essa é a resposta que o Senhor espera de nós. Mas como podemos aplicar essa resposta? 1. Anunciando a salvação nos contatos pessoais: Família, vizinhos, colegas de trabalhos, rua etc. 2. Anunciando a salvação nas células. Emergencie a sua célula. Faça convocação comunitária para que todos conheçam o plano de salvação. 3. Anunciando a salvação nas celebrações. Ponha em prática, Ainda Hoje.

10 setembro 2007

ESTAMOS VIVENDO UM NOVO COMEÇO


Eis que faço uma coisa nova; agora está saindo à luz; porventura não a percebeis? eis que porei um caminho no deserto, e rios no ermo. (Is. 43.19).


Deus gosta de coisas novas e isso é tão importante que Ele nos deu boas-novas por meio do seu Filho Jesus.
Estar em um novo prédio para celebrarmos ao Senhor foi uma conquista de cada um que tem acreditado nos projetos da Igreja, porém “o que já foi conquistado não é mais desafio”. Daqui pra frente os desafios são diferentes, pois precisamos manter a qualidade da visão num compromisso permanente de fidelidade para conquistarmos uma área onde levantaremos um palácio para Deus.
O decreto de Deus para o seu povo nesse novo começo é: “As tuas eiras se encherão de trigo, e os lagares trasbordarão de mosto e de azeite. Assim vos restituirei os anos que foram consumidos pela locusta voadora, a devoradora, a destruidora e a cortadora, o meu grande exército que enviei contra vós. Comereis abundantemente e vos fartareis, e louvareis o nome do Senhor vosso Deus, que procedeu para convosco maravilhosamente; e o meu povo nunca será envergonhado. Vós, pois, sabereis que eu estou no meio de Israel, e que eu sou o Senhor vosso Deus, e que não há outro; e o meu povo nunca mais será envergonhado” (Joel 2. 25-27). Este decreto é uma promessa de restituição.
A promessa de uma grande colheita. O modo como Deus promete restituir o seu povo é fazendo com que a colheita seja em abundância. Nenhum agricultor trabalha para perder o que semeou, pelo contrário, sempre espera uma grande colheita. É isto que Deus quer realizar no meio do seu povo. Ele nos fará ver o fruto do nosso trabalho numa grande colheita de vidas para o seu reino. Cada líder de célula verá os seus celeiros cheios e se alegrará com o trabalho de suas mãos.
A promessa de alegria e unção. O vinho novo não será para odres velhos. O novo de Deus é para a nova geração que Ele já levantou para estabelecer o seu reino na terra pela conquista de pequenos territórios (células) até o estabelecimento total de sua vontade na terra: a conquista de todas as nações!
A promessa de restituição. Atente para esta promessa que o Senhor faz. É tão tremenda que Deus não se limita a restituir apenas coisas. Sua promessa é restituir os anos consumidos pelos gafanhotos. Ele já está fazendo chover sobre a sua igreja para que a terra volte a produzir em abundância.
A promessa de abundância. É findo os anos em que para fazer algo na casa do Senhor ficávamos limitados por falta de recursos financeiros. A bênção da restituição sobre nós está vindo com prosperidade em todos os níveis, porém para sustentarmos isto é necessário manter a aliança de fidelidade nos dízimos e ofertas, nos votos de contribuição e na participação constante das atividades da igreja.
A promessa de honra. Quem é que não gosta de ser honrado? Todos gostam e a bíblia recomenda isto em Rm. 13.7 - Portanto, dai a cada um o que deveis: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem temor, temor; a quem honra, honra. Deus está nos dando honra tirando do nosso meio todo tipo de vergonha. Preparem-se queridos discípulos para receberem as mais tremendas bênçãos de restituição da parte do Senhor em suas vidas. Essas bênçãos são de efeito permanente porque o Senhor diz: e o meu povo nunca mais será envergonhado. É acabado o tempo de vergonha no meio do povo de Deus. É tempo de conquista do padrão mais elevado de vida: a santificação e excelência.

Com estas promessas de restituição não podemos nos moldar aos padrões do mundo onde as pessoas vivem sem expectativas de melhora e sem esperança. A restituição é o novo de Deus para o seu povo. É a coisa nova que o Senhor está fazendo “porventura não o percebeis”? eis que porei um caminho no deserto, e rios no ermo. Caminho no deserto deste mundo só Deus pode abrir. Nunca nos esqueçamos que o nosso destino não é morrer no deserto com os murmuradores, mas alcançar a nova Canaã com os adoradores.

Sejam bem vindos ao novo começo.


Pastores Josenilton e Sheila Pinheiro

07 setembro 2007

Sinto falta



Sinto a falta dos amigos que me olhavam nos olhos e diziam o que eu precisava ouvir

Dos amigos leais que nunca me ocultaram seus erros, nem censuraram os meus.
Sinto falta dos que sorriram comigo,
E choraram também, e muito.
Sinto falto dos seus sonhos tão possíveis como se me dissessem: Estamos juntos.
Sinto falta das perguntas: O que é isso? Como é aquilo?
Sinto falta dos amigos que diziam: Quando eu crescer eu quero ser...
Sinto falta...
E me dei conta que eles cresceram, amadureceram e se foram.
Hoje já não sei o que falam,
E o que sei é:

Sinto falta!


Josenilton Pinheiro



05 setembro 2007

Três anos e meio de preparo. Pelo menos!

“Mostra qual destes dois tens escolhido” (At.1.24b).
Estas palavras fazem parte da oração de Pedro a favor de dois homens: José Barsabás e Matias. Ambos conviveram com os doze apóstolos desde o tempo que Jesus andou entre eles. Contados os dias do batismo de João Batista até os dias que Jesus foi levado para cima é provável que estes dois homens tenham convivido pelo menos três anos e meio com Jesus e os apóstolos. Estavam debaixo de uma mesma liderança, lidavam com as mesmas pessoas, viram os mesmos milagres, ouviram os mesmos ensinos etc., mas só Matias foi escolhido por Deus para fazer parte do ministério apostólico. Reflita comigo: Estou cansado de ver gente correndo atrás de títulos para os quais nunca foram chamados. Eu escrevi nunca. Sou profundamente abençoado em meditar sobre a vida destes dois homens e muito mais em saber que José Barsabás, mesmo não sendo o escolhido por Deus para o apostolado (e Deus tem suas razões) foi um homem que viveu intensamente sem se prender a mediocridade de um título ministerial. Um não era melhor do que o outro, apenas Matias foi escolhido por Deus. Não importa se sou José Barsabás. Não interessa se sou Matias. Se sou José ou se sou Matias o que interessa é que eu viva intensamente como filho de Deus. Se eu sou escolhido? Deus revelará, ainda que pra isso seja necessário pelo menos três anos e meio ou mais. E aí? Está a fim de esperar?
Ponha em prática
Ainda hoje.
Pastor Josenilton Pinheiro