RELACIONAMENTOS COM RAÍZES
“Há amigo mais chegado que um irmão.” – Provérbios 18:24
Os “amigos” do filho pródigo desapareceram na crise.
Por quê? Porque entre eles não havia raízes — havia apenas conveniência.
Relacionamentos superficiais podem até sobreviver na festa, mas não resistem às estações difíceis. Eles são barulhentos na abundância, mas silenciosos na dor.
O filho pródigo não foi abandonado. Ele apenas colheu o que vinha construindo desde que saiu de casa.
Onde não há profundidade, não há permanência. Onde não há raízes, não há sustentação.
Enquanto um relacionamento existe apenas por interesse ou conveniência,
ele já carrega dentro de si a sua própria fragilidade. Mais cedo ou mais tarde… ele cede. Somente relacionamentos firmados em raízes profundas são capazes de perdurar.
Muitas vezes, relações distantes geograficamente são mais enraizadas
do que relações que convivem todos os dias. Porque proximidade física não garante profundidade emocional.
O que sustenta um relacionamento não é a frequência do contato, mas a profundidade da conexão.
O desejo de Deus para nós não é quantidade de relações, é qualidade de vínculos.
Relacionamentos que: resistem ao tempo, suportam as crises, permanecem mesmo quando não é conveniente.
Hoje é dia de avaliar seus relacionamentos.
Josenilton Pinheiro
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