03 setembro 2011

Amigos como lembranças de nossa verdade


Revendo minhas anotações achei este texto que compartilhei com minha equipe num daqueles tempos!

 “Algumas vezes nossa tristeza nos sucumbe de tal modo que já não podemos acreditar na alegria. A vida parece uma taça transbordante de guerra, violência, rejeição solidão, e decepções infinitas.
Em tempos como esses, precisamos de nossos amigos para nos lembrar de que uvas esmagadas produzem um vinho delicioso. Pode ser difícil para nós acreditar que qualquer alegria possa advir de nossa tristeza, mas quando começamos a dar passos na direção dos conselhos de nossos amigos, mesmo quando não conseguimos sentir a verdade daquilo que dizem, a alegria que parecia perdida pode ser encontrada novamente e nossa tristeza se tornar tolerável” (Henri Nouwen – Pão para o caminho).
Minha tentativa de ter uma palavra para compartilhar com você essa semana deu certo. Mesmo sabendo que “minha alma está triste até a morte” (Marcos 14.34) não poderia deixar de recorrer e de me refugiar com aqueles que Deus colocou em minha história de vida sinalizando que são amigos profetas e também discípulos.
Amigos que sabem entender minha humanidade. Que sabem discernir bem que dos erros e tropeços que cometo, em sua maioria é na tentativa de acertar, de construir caminhos limpos para que meus amigos passem seguros.
Sabedor de que “Aquele que começou em nós a boa obra, vai completar até o fim” nunca deixarei de compartilhar com os meus amigos minhas alegrias e tristezas.
Escolhi duas coisas para compartilhar com você nessa semana: Uma é a música do Diante do Trono, Deus de amor (Letra abaixo) e a segunda coisa é frase ideal para esse momento: “Não é o que fazem conosco, mas o que fazemos com o que fazem conosco”.

Josenilton Rosa Pinheiro

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